
A Apple lançou em março de 2026 o novo MacBook Air com chip M5, e a pergunta que não quer calar entre os consumidores brasileiros é: vale a pena pagar o preço de lançamento, ou o MacBook Air com M4 seminovo passou a ser a compra mais inteligente do mercado? A resposta, como quase tudo no universo Apple no Brasil, depende muito do seu bolso — e do que você realmente precisa.
O que há de novo no MacBook Air M5?
O M5 trouxe melhorias reais e mensuráveis em relação ao seu antecessor. A Apple afirma que o desempenho em tarefas de inteligência artificial é até 4 vezes mais rápido do que no M4, e impressionantes 9,5 vezes mais rápido que o M1. Para quem usa ferramentas como Topaz Video AI, Blender ou Affinity Photo no dia a dia, esses números fazem diferença concreta.
Além do salto de CPU e GPU, o M5 chega com memória unificada a 153 GB/s de bandwidth — 28% a mais que o M4 —, o que se traduz em multitarefa mais fluida e inicialização de apps mais rápida. O armazenamento padrão dobrou: saiu de 256 GB para 512 GB de SSD, com velocidades de leitura e gravação duas vezes maiores. E pela primeira vez, o MacBook Air pode ser configurado com até 4 TB de armazenamento.
A conectividade também evoluiu com o chip N1 da Apple, que agora oferece Wi-Fi 7 e Bluetooth 6 — um salto relevante para quem usa o notebook em redes corporativas ou em ambientes com muitos dispositivos conectados.
O que NÃO mudou no M5
Design, display e bateria continuam praticamente os mesmos. O MacBook Air com M5 mantém o visual slim e silencioso (sem ventoinha), a tela Liquid Retina de 500 nits, a câmera de 12 MP com Center Stage, o MagSafe e as duas portas Thunderbolt 4. A autonomia segue em até 18 horas — excelente número que o M4 já entregava com folga.
Em outras palavras: para a maioria dos usuários comuns — estudantes, profissionais de escritório, criadores de conteúdo leve —, a diferença prática entre o M4 e o M5 no dia a dia é quase imperceptível.
Por que o MacBook Air M4 seminovo se tornou oportunidade
Com o lançamento do M5, o mercado de seminovos ganhou uma injeção de modelos com M4 de qualidade comprovada. No Brasil, onde o MacBook Air novo parte de valores bem acima de R$ 10.000 com os impostos e o câmbio, a equação do seminovo faz ainda mais sentido.
Um MacBook Air com M4 em excelente estado, com garantia e procedência, entrega 95% do desempenho do M5 para as tarefas cotidianas — e pode custar significativamente menos. Para quem está saindo de um MacBook com Intel ou migrando do Windows, a experiência de salto de desempenho será igualmente impressionante em qualquer um dos dois chips.
macOS Tahoe: o sistema que acompanha ambos
Tanto o MacBook Air com M4 quanto o com M5 rodam o macOS Tahoe, o sistema operacional lançado junto com a nova geração. Com a nova interface Liquid Glass, suporte ampliado ao Apple Intelligence (incluindo tradução simultânea no Messages e automações inteligentes via Shortcuts) e iPhone Mirroring aprimorado, o Tahoe eleva a experiência de qualquer Mac com Apple Silicon — não só dos modelos mais novos.
No fim das contas, o MacBook Air com M5 é uma atualização sólida e bem-vinda. Mas para o consumidor brasileiro que busca custo-benefício sem abrir mão de qualidade e desempenho real, um MacBook Air com M4 seminovo, bem revisado e com garantia, continua sendo um dos melhores negócios do mercado de tecnologia no país.




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MacBook Air M5: vale pagar R$10 mil ou o seminovo resolve?